Quem disse
que por de trás daquela barba que nos arranha o rosto não tem um coração moleque Quem foi que pensou,
que aqueles pés enormes, não deslizam suaves na calada da noite, para o sono do filho velar? Quem é que achou
que no fundo do peito largo e viril não tem um coração de pudim, quando o filho amado, com um sorriso largo se põe a chamar? Quem foi que determinou
que aquele coroa, de cabelos brancos não sabe da vida para querer me ensinar?





